O Candiru do Madeira
Thursday, February 23, 2006
  ELES VÊM
Tem dias assim que não são como os outros (sempre). Acordos, conchavos, política são coisas da vida. Como não posso falar de buracos tô temporariamente sem assunto. A vida de desempregado, já uma semivida, tá definitivamente atrofiada. O jeito é sair no Galo da Madrugada. Ninguém me segura, e vou de Mucura. Micos & tombos à parte chamo o amigo da onça de amigão. Brasileiro chama cão de amigão. Americano dog de my friend. Espanhol llama perro mi amigo. E não chamo carapãna de jeito nenhum, mas os bichinhos vêm por conta própria. Tenho sangue doce. Só o sangue, maldoso! O fato básico atual é que não me dou bem com mosquito. Ainda agüento os que, como o Cruz, bebem uísque porque a bebida amolece. E nem no céu entra. Aliás, qualquer coisa dura assusta, neném! Pão duro, por exemplo, é ruim. Duro que me lembro doce só rapadura, mas é dura. Mas se de formiga picadura não presta imagina de mosquito! E pior é o fungado e o grito!Bonito.
 
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Tapar buracos em Porto Velho é uma tarefa difícil mesmo para quem é especializado. São muitos, grandes, assombrosos mesmos. A sorte é que, agora, serão iluminados pelas usinas do Madeira assim como o pexinho espera que, 2009, o ano da luz, ilumine seus caminhos.

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Location: Porto Velho, Rondônia, Brazil

Um lutador em ascensão..não sabe bem para onde, mas crê, ainda crê, que "quem peleia não está morto".

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